Luiz Henrique Mandetta –

abril 20, 2020 Off Por originalmediacom

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As autoridades bolivianas estão tentando descobrir que o vírus causou uma doença desconhecida que levou à morte de um médico e deixou outras duas pessoas em estado grave na UTI. Ontem, a ministra da Saúde, Gabriela Montaño, explicou que os diagnósticos iniciais indicam que é "uma doença viral", mas as análises "descartaram a gripe e outras doenças", como a dengue. E ele anunciou que o número de casos suspeitos aumentou para cinco: todos os pacientes estão no mesmo hospital em La Paz.

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A interrupção do transporte público, de acordo com Mandetta, também dificulta o funcionamento das casas de saúde em todo o país. O ministro disse que pretende agir para tentar evitar esse cenário provável.

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou a liberação imediata de R $ 8 bilhões em emendas parlamentares e bancárias individuais para a área da saúde. Nesse sentido, o ministro manifestou sua preocupação pelo estado do Rio Grande do Sul, que também possui uma alta taxa de população idosa, enquanto no Amazonas a população é mais jovem e também tem menos casos. "Somos um continente", disse ele, enfatizando que as medidas devem ser coordenadas em todo o país. O ministro também enfatizou que a Itália, um país de primeiro mundo e que possui um sistema de saúde mais organizado que o Brasil, sofreu a pandemia devido a um tempo muito baixo devido ao grande número de idosos no país.

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O sistema pode inflar, crescer, temos espaço, mas precisamos garantir equipamentos, luvas ", afirmou. O ministro disse que a taxa de contaminação aumentará e aumentará nos próximos 10 dias. "Devemos começar em abril e iniciar o rápido aumento. Esse rápido aumento durará em abril, maio e junho, quando começará a ter uma tendência a diminuir", estimou. Os prefeitos de várias cidades do Brasil optaram por suspender a circulação de ônibus.

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Luiz Henrique Mandetta Queremos e enfrentaremos o desafio constitucional de que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado. O SUS é a maior política de inclusão social do Brasil: cerca de 77% da população depende apenas dele para cuidar de sua saúde. Penso que no conceito de eqüidade é onde o país deve encontrar sua racionalidade ao tomar decisões para fazer mais por quem tem menos e transformar desigualdade em igualdade.

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Segundo Mandetta, este outono será semelhante ao que está ocorrendo atualmente na China, onde o vírus surgiu. Hoje o Brasil possui 904 casos confirmados, com 11 óbitos, 9 em São Paulo e 2 no Rio de Janeiro. "Temos 30 dias para resistir bem, mesmo em muitos casos, mas claramente no final de abril, nosso sistema entra em colapso", afirmou. Segundo o ministro, o colapso do sistema de saúde brasileiro projetado pelo ministério ocorre quando "simplesmente não há sistema para entrar". O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse na sexta-feira que a curva de transmissão do novo coronavírus no Brasil deve mostrar apenas uma "queda profunda" em setembro.

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Na conversa, ele também detalhou a situação atual no Brasil, tendo em vista o número de casos de coronavírus. 247 – Em uma videoconferência com Jair Bolsonaro com empresários, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o sistema de saúde do país entrará em colapso no final de abril, devido à proliferação do coronavírus. O ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) afirmou na tarde desta sexta-feira (20 de março de 2020) que o sistema de saúde brasileiro "claramente entra em colapso no final de abril". Segundo ele, os casos de covid-19, uma doença causada pelo novo coronavírus, devem "começar a aumentar rapidamente" dentro de uma semana a 10 dias. BRASÍLIA – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse na sexta-feira que a transmissão do novo coronavírus continuará a crescer até maio e junho e só terá uma "queda acentuada" a partir de setembro.

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BRASÍLIA – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse na sexta-feira 20 que no final de abril o sistema de saúde brasileiro pode entrar em colapso devido à nova epidemia de coronavírus. O colapso é quando você tem dinheiro, mas não tem para onde ir (nos hospitais) ”, disse Mandetta, junto com o presidente Jair Bolsonaro. Eles participam de uma videoconferência com empresários sobre medidas para combater o coronavírus.

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O ministro disse que o governo está trabalhando duro para expandir leitos e centros de terapia intensiva em várias cidades. “A Itália não teve tempo para fazer isso, mas estamos expandindo semana a semana.

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Ainda precisamos promover as melhores práticas para o SUS, revisando ou até reforçando as políticas existentes em um debate conjunto, porque o sistema não pode ser estático e oferecer apenas o que já possui. É necessário conhecer a demanda da sociedade e reverter a linha de raciocínio para organizar o sistema de acordo com as necessidades das pessoas. Nesse sentido, o ministro manifestou sua preocupação pelo estado do Rio Grande do Sul, que também possui uma alta taxa de população idosa, enquanto no Amazonas a população é mais jovem e também tem menos casos.

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O Ministro da Saúde também enfatizou a necessidade de avaliar os impactos das medidas de restrição de tráfego na economia. Ele argumentou que as decisões sobre o fechamento de aeroportos ou rodovias devem ser tomadas pelo governo federal, de forma "centralizada". O governo e o setor de saúde têm tentado encontrar soluções para estabelecer essas estruturas. Até agora, o governo anunciou apenas a contratação de equipamentos para construir 2.000 camas. Na sexta-feira 20, o ministério publicou uma portaria para pagar – taxa diária de R $ 800 a 2.540 leitos, que é a soma do que o governo Bolsonaro forneceu até agora e o que os governadores já instalaram.

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Ele precisou esclarecer depois de dizer anteriormente que o sistema falharia no final de abril devido à nova pandemia de coronavírus. O colapso ocorre quando você tem dinheiro, mas não tem para onde ir (nos hospitais) ”, afirmou. Em 20 de novembro de 2018, o presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou a Mandetta que assumiria o Ministério da Saúde.